sexta-feira, 6 de janeiro de 2012

Seminário Regional de Silagem

Seminário Regional de Silagem

Silage School que será realizado em Campo Grande dia 10 de janeiro de 2012,a partir das 08horas da manhã, no auditório da ACRISSUL – Parque de Exposicções Laucidio Coelho. Na abertura do evento será oferecido um coffe break aos participantes e também serão feitas as inscrições.

Quem tiver a presença confirmada facilitara a inscrição. Pedimos a todos a confirmação com antecedência da presença com a Renata através do telefone (67)- 3354 0303 – 67 9830 1200 / 67 9982 6599 (Amarildo), para seu melhor conforto.

A abertura do Silage School acontece às 9h da manhã. Este ano estamos trazendo para o evento no Brasil o francês Bernard Andrieu – Consultor Técnico Internacional da Lallemand Animal Nutrition, que ministrara a palestra “Investigue como está a sua Silagem´. Bernard Andrieu elaborou o programa C.S.I (Como Esta Sua Silagem ), este programa é voltado para avaliação da silagem, que vai além das análises bromatológicas e tem como objetivo ajudar a estabelecer uma melhor avaliação de qualidade de sua silagem.

O tema “Como Evitar as Perdas Quantitativas e Qualitativas na Silagem”, será abordado pelo palestrante Edson Carlos Poppi – Diretor Técnico da Katec Lallemand e Ms. em Agronegócios.

O Simpósio também vai abordar o tema “Micotoxinas e Contaminantes das Silagens e Seus Efeitos nos Animais”, com a participação de Lucas Mari, Gerente Nacional de Probióticos e Dr. em Ciência Animal e Pastagens.

Haverá um intervalo para almoço a partir de 12h30. Às 14 h será realizado a Tarde de Campo na Fazenda, onde acontecerá uma avaliação prática do programa C.S.I ( Como Esta Sua Silagem).

Leite rendeu mais que Ouro

Investir em leite rendeu mais do que no ouro

41%
Leite lidera valorização nas matérias-primas Entre as muitas matérias-primas com contratos negociados em mercado está o leite, em pó. E nenhuma valorizou tanto em 2011, com o preço a disparar 41%.Gasolina, sumo de laranja ou milho também ficaram mais caros. Mas a tendência da maioria das "commodities" foi descendente, sobretudo nos metais industriais.

8,8%
Ouro prossegue caminhada brilhante Num ano marcado pelo receio em relação ao valor do papel moeda, sobretudo nos países periféricos da Zona Euro, a procura por ouro voltou a intensificar-se. O metal precioso selou o 11.º ano consecutivo de ganhos, valorizando-se 8,8%. Em Setembro fixou um novo recorde, nos 1.921 dólares por onça. O final do ano ficou marcado por uma forte correcção, mas a maioria dos analistas acredita que o ouro vai continuar a subir no próximo ano.

38%
Petróleo em alta encarece combustíveis Quem tem carro não precisa de olhar para as cotações para saber que o petróleo valorizou: basta atestar o depósito. A matéria-prima ficou mais cara pelo terceiro ano consecutivo, com o preço médio do Brent a aumentar para 110,93 dólares por barril, mais 38% face a 2010. O ano fica ainda marcado pelo alargamento da diferença para o barril negociado em Nova Iorque.

Aumento das exportações de produtos lácteos fizeram disparar o preço do leite nos mercados internacionais. Quem investiu em leite este ano tem motivos para sorrir. É que o leite foi a matéria-prima que mais subiu nos mercados internacionais em 2011, com uma valorização de 41%. Trata-se do melhor desempenho anual em quatro anos, superando de longe os ganhos das cotações do gado (21%), petróleo (9%) e ouro (8,7%).

Quer isto dizer que, se a 31 de Dezembro de 2010, cada 100 libras peso de leite custavam pouco mais de 14 dólares, agora, essa mesma quantia está a ser negociada a quase 18,66 dólares. A motivar esta escalada nos preços do leite esteve sobretudo o aumento das exportações de produtos lácteos nos Estados Unidos. Segundo o Departamento da Agricultura norte-americano, nos primeiros dez meses do ano, as exportações de produtos lácteos cresceram 8,5% para 1,44 milhões de toneladas métricas, face ao mesmo período de 2010.

 ""As exportações foram muito úteis para fazer subir a procura e os preços do leite", afirmou Jerry Dryer, economista chefe da Rice Dairy LLC, à Bloomberg. "O aumento do número de mulheres no mercado de trabalho global está a levar à subida da procura por proteinas, tal como aconteceu nos anos setenta nos Estados Unidos", acrescentou o mesmo especialista

Fonte: http://www.jornaldenegocios.pt/home.php?template=SHOWNEWS_V2&id=528667&pn=1

Fonte: http://economico.sapo.pt/noticias/leite-e-a-materiaprima-que-mais-valoriza-este-ano_134744.html

Instrução Normativa nº 62

Mapa atualiza regras para qualidade do leite

http://www.in.gov.br/visualiza/index.jsp?data=30/12/2011&jornal=1&pagina=6&totalArquivos=160

O Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) revisou a Instrução Normativa nº51/2002, que contém normas de produção e qualidade do leite. Um novo texto deverá ser publicado no Diário Oficial da União desta sexta-feira, 30 de dezembro, em forma de Instrução Normativa.

A principal já começa a valer em 1º de janeiro de 2012, quando os produtores das regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste terão novos limites para Contagem Bacteriana Total (CBT) e Contagem de Células Somáticas (CCS). Atualmente, esses índices podem chegar a 750 mil/ml. Agora, a tolerância será de até 600 mil/ml. Já no Norte e Nordeste do país a mesma exigência valerá a partir de janeiro de 2013.

De acordo com o Ministério, a proposta foi consolidada na Câmara Setorial da Cadeia Produtiva do Leite e baseia-se em estudos realizados pela Embrapa Gado de Leite e no histórico dos programas de qualidade das empresas de laticínios. A conclusão reflete um consenso de toda a cadeia produtiva de lácteos, levando em consideração o pedido de produtores brasileiros que não conseguiram cumprir o prazo para redução dos limites previstos, por outras razões estruturais do programa e alheios aos esforços dos produtores.

Os padrões estão em processo de implantação gradativa desde 2002, assumindo caráter compulsório em 2005. A Instrução Normativa nº 51/2002 previa uma redução do limite de Contagem Bacteriana Total (CBT) de 750 mil Unidades Formadoras de Colônias de Bactérias por mililitro, para 100 mil/ml, estabelecido para julho de 2011 e já prorrogado para janeiro de 2012. Na mesma data, a Contagem de Células Somáticas (CCS) passaria de 750 mil/ml para 400 mil/ml.

A edição da norma passa a escalonar os prazos e limites para a redução de CBT e CCS até o ano de 2016. Além disso, esta instrução suprime os Regulamentos Técnicos de Identidade e Qualidade dos leites tipos “B” e “C”. Esta normativa também incrementa o texto original no sentido de aprimorar o controle sanitário do rebanho (referente ao controle de brucelose e tuberculose) além de normatizar itens não esclarecidos no texto original, como a obrigatoriedade da realização de análise para pesquisa de resíduos de inibidores e antibióticos no leite e outras lacunas observadas nestes nove anos de execução da legislação.

O Ministério da Agricultura reitera que a normativa 51 constitui a legislação sanitária do Plano Nacional de Melhoria da Qualidade do Leite. Em nove anos de vigência, foram constatados avanços significativos para a consecução dos objetivos do Plano, mas ainda são necessárias outras ações intersetoriais, como investimentos em eletrificação rural, melhoria das estradas rurais para facilitar o escoamento da produção, treinamento dos produtores rurais em boas práticas de manejo e controle sanitário e, principalmente, o início, nas relações entre produtor, indústria e mercado, de uma cultura de pagamento baseado em parâmetros de qualidade do leite. Para atender às demandas futuras, o governo instituiu um grupo de trabalho que está acompanhando o desenvolvimento do Programa Nacional de Melhoria da Qualidade do Leite.

Controle Sanitário

País muda controle sanitário para elevar venda de laticínios

As novas normas de controle sanitário e inspeção para a produção leite, que entram em vigor a partir do próximo domingo (1º), têm como finalidade tornar o Brasil um país exportador de produtos laticínios em pouco tempo, já que o governo estima forte crescimento da demanda por leite em todo o mundo.

"A perspectiva mundial pela demanda de leite é absurda. A gente considera que o Brasil é o único País que pode atender à tamanha demanda", disse o secretário substituto de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Enio Pereira Marques.

Conforme estudo feito pelo ministério, intitulado Projeções do Agronegócio 2010/11 - 2020/2021, a venda do leite brasileiro deverá crescer 50,5%, atingindo 300 milhões de l. Atualmente, apesar de o Brasil ser líder mundial em pecuária de corte, tendo registrado US$ 3,8 bilhões exportados de janeiro a novembro deste ano, a exportação de leite no Brasil não é significativa e a qualidade do produto é considerada inferior à da Argentina, do Uruguai, dos Estados Unidos e à de países europeus.

De acordo com Marques, em oito anos, o Brasil deve ter um posição mais forte no mercado mundial de leite e a indústria brasileira de laticínios deve se internacionalizar. "O Brasil está comprando ativos no mundo inteiro", observa o secretário ao citar a estratégia de grandes fabricantes brasileiros de alimentos de adquirir marcas estrangeiras para ocupar prateleiras em outros países.

A melhora da qualidade dos produtos laticínios visando à exportação depende, no entanto, da adoção das normas de controle para a contagem de bactérias e de células somáticas (CCS), que podem transmitir infecção. Essas regras constam da Instrução Normativa 62, que foi publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira.

Conforme a instrução, estabelecida por meio de acordo entre o governo e os fabricantes de laticínios, caberá à indústria monitorar diretamente os produtores, estabelecer processos de educação continuada para fazendeiros e cooperativas, e remunerar melhor quem entrega o leite cru mais fresco e com as melhores condições. "O que nós estamos pretendendo, e conseguindo, é, na relação entre fazendeiros (cooperativas) e indústria, criar uma forma que esses valores possam graduar e pagar mais para quem está oferecendo o produto com mais tempo de vida e pagar menos a produtos com menos tempo de vida", disse o secretário. Para Marques, "quem tem que garantir especificação e tem que garantir a segurança do produto são os agentes econômicos. Não é o governo".

 Caberá ao ministério a supervisão da cadeia produtiva, para verificar, por exemplo, se o controle de qualidade ocorre de acordo com as normas e se o programa de educação continuada é efetivo. Em caso de irregularidade, o ministério poderá aplicar multas e suspensões e até apresentar denúncia ao Ministério Público contra fabricantes e produtores.

De acordo com Enio Marques, o modelo de controle se assemelha ao que fizeram países que hoje são grandes produtores e têm programa de qualidade. "Começamos a aprender uma nova maneira de estabelecer regra para esse setor em que os próprios agentes econômicos, usando parâmetros internacionais, comecem a encontrar meios para que as especificações do leite, no Brasil, sejam como as especificações internacionais".

Quem observar qualquer alteração do produto deve entrar em contato com o serviço de atendimento ao consumdidor do fabricante (telefone fornecido na embalagem), procurar a vigilância sanitária municipal ou até mesmo a ouvidoria do Ministério da Agricultura.

sexta-feira, 16 de dezembro de 2011

Lei de Proteção aos Produtores de Leite

Senado proíbe diferenciação de preços pagos a produtores de leite 

A Comissão de Agricultura e Reforma Agrária do Senado (CRA) aprovou nesta quinta-feira (15), terminativamente Decisão terminativa é aquela tomada por uma comissão, com valor de uma decisão do Senado. Quando tramita terminativamente, o projeto não vai a Plenário: dependendo do tipo de matéria e do resultado da votação, ele é enviado diretamente à Câmara dos Deputados, encaminhado à sanção, promulgado ou arquivado. Ele somente será votado pelo Plenário do Senado se recurso com esse objetivo, assinado por pelo menos nove senadores, for apresentado à Mesa. Após a votação do parecer da comissão, o prazo para a interposição de recurso para a apreciação da matéria no Plenário do Senado é de cinco dias úteis. , projeto que proíbe a diferenciação de preços pagos pelas empresas de laticínios a produtores de leite. A proposta também obriga essas indústrias a informar ao produtores o preço pago pelo litro e leite até o dia 25 do mês anterior à entrega. O projeto agora vai à sanção.

Pelo projeto (PLC 80/11), de autoria do deputado Reginaldo Lopes (PT-MG), a empresa que pagar preços diferenciados aos seus fornecedores estarão sujeitas a pagar indenização à parte prejudicada.
Além disso, caso seja descumprida a determinação de informar o preço que será pago pelo litro do leite até o dia 25 do mês anterior, a proposta determina que a empresa de laticínios pagará ao produtor o maior preço praticado no mercado.
Na justificativa do projeto, o deputado Reginaldo Lopes critica as prática das empresas de laticínios em sua relação com os produtores de leite, como o pagamento de preços mais baixos aos fornecedores que produzem menos e a falta de transparência com relação aos preços praticados. Segundo ele, nessa atividade, “o vendedor só fica sabendo o preço depois de quarenta e cinco dias, em média, do produto vendido”.
O relator, senador Acir Gurgacz (PDT-RO), recomendou a aprovação e salientou que o projeto dará ao setor brasileiro maior estabilidade nas relações comerciais entre produtores de leite e empresas que processam o produto.
“De fato, há uma relação desigual e de maior exposição dos médios e pequenos empreendimentos ao risco quando o laticínio adquire o leite do produtor, mas não lhe informa antecipadamente o preço que pagará pelo produto” – disse o senador.

Ele destacou ainda que o planejamento da atividade leiteira, como qualquer outra, demanda informações antecipadas sobre os custos de produção e os preços do produto.
“Obrigar os laticínios a divulgar os preços que serão pagos até o dia 25 de cada mês permite ao produtor, ao menos, optar por outro laticínio (quando possível), barganhar melhores preços ou mesmo planejar o aumento ou a redução do uso de insumos na produção, a fim de obter a melhor relação custo-benefício de sua atividade”.
Após a aprovação, o senador Acir Gurgacz (PDT-RO) ressaltou que saber o valor do produto antecipadamente é uma antiga reivindicação dos produtores de leite.
- É justo que os produtores de leite possam saber quanto vão receber antes de entregar seu produto – afirmou.

Rodrigo Baptista / Agência Senado

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Preço do leite

Preço do leite cai 4% em novembro

Com o início da safra, o preço pago pelo leite ao produtor em novembro (referente à produção entregue em outubro) caiu 3,9% (3,5 centavos por litro) em relação ao mês anterior, ficando à média de R$ 0,8542/litro – a média é ponderada pela produção dos estados de RS, PR, SC, SP, MG, GO e BA. Entre os fatores que pressionaram as cotações estão o aumento da produção no Sudeste e Centro-Oeste do País e a queda de preços de leite longa vida. Nem a região Sul, onde a oferta diminuiu, conseguiu evitar recuo de preços. Em relação a novembro/10, o preço médio do leite está 12,7% superior em termos reais, ou seja, já descontada a inflação do período (IPCA).

O Índice de Captação de Leite calculado pelo Cepea (ICAP-Leite) ficou praticamente estável entre setembro e outubro, com leve recuo de 0,15%, considerando-se a média ponderada pelos mesmos sete estados. Na região Sul (média ponderada dos três estados), houve queda de 3,5% na captação de leite em função do final da safra de inverno. Já em Goiás, o aumento do índice foi de 4,3%; em São Paulo, de 2,5% e em Minas Gerais, de 1,8%, todos estimulados pela volta das chuvas. O ICAP-Leite/Cepea ficou em patamar 1,4% abaixo do registrado no mesmo período do ano passado. Comparando-se o agregado dos últimos 12 meses com o dos 12 meses anteriores, houve queda de 2,4%.

Julgamento da 24º Exposição Ranqueada da Raça Girolando

O julgamento da 24º Exposição Ranqueada da Raça Girolando  Animais Jovens acontece nos dias 6 e 7 de novembro, dentro do Parque de Exposiçõe...